Amor, amor, doce engano,

que fascina, que embriaga.

É sonho que quando nasce,

Somente a morte o apaga.

É sonho que quando nasce,

Somente a morte o apaga.

      

Não ames ou ama sempre,

mas é melhor não amar.

Que o amor à luz vai rindo

E vive sempre a chorar.

 

Toma cautela Maria...

Evita-o o quanto puderes.

Que o amor deseja apenas

a perdição das mulheres.

Que o amor deseja apenas.

A perdição das mulheres.

© 2012 Quarentuna de Coimbra

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